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Page history last edited by roseliefe@... 2 years, 10 months ago

 

Dossiê de inclusão

unidade 1:

 

* Relatos de experiências

Gostaria de relatar duas experiências que tive enquanto diretora de uma Escola de Educação Infantil. É claro que o nomes que vou utilizr são fictícios. 

Foi lá pelo ano de 2002, quando começou a se discutir a questão da inclusão ser obrigatória e todo mundo ficou um pouco assustado, pois a própria adaptação física era e é difícil acontecer. Foi neste contexto que atendi a mãe do João, que naquele momento contava com seis meses e é portador da síndrome de Dow, como não havia vaga disponível, confesso que até me senti meio aliviada, pois não tinha idéia de como atender o João, mas a mãe não desistiu foi procurar a promotoria e o juiz determinou que deveríamos dar a vaga naquela semana. Bem reorganizamos a turma e recebemos o João, no início foi aquele medo, como proceder, mas a mãe foi auxiliando e hoje o João está no Ensino Fundamental. Não acredito que a escola tenha conseguido contribuir tudo que poderíamos se tivessemos mais formação, mas todas nós nos apaixonamos imediatamente pelo João, até hoje quando nos encontramos na rua, nos abraçamos e é uma festa. Foi bom e valeu a pena.

O segundo caso é o da Ana, ela chegou em nossa escola com dois anos, não movia nem seguer os braços, as educadoras apavoradas, apenas a alimentavam, mantinham sua higiene, sentavam no bebê conforto,onde ela ficava inerte o dia inteiro. Era desconsolador. Então chamei  um senhor que fazia móveis para a escola, expliquei o caso a ele e pedi se não podia fazer um andador especial, pois os comuns não a auxiliavam. Na época ele criou um modelo para Ana, mas não funcionou, a psicóloga estava intrigada com o caso levou todos os exames de Ana para um conceituado hospital da capital, neste meio tempo Ana completou 3 anos no Berçário I, quando deveria estar no Maternal III, mas lá não tinhamos móveis para a troca de fraldas. Quando  a psicóloga retornou trouxe o seguinte diagnóstico, Ana pode aprender a caminhar, terá dificuldades, sim, mas é possível, se aprender antes dos cinco anos, caso contrário ficará presa a uma cadeira de rodas para o resto da vida, pois deveria ter sido estimulada antes dos três, precisamos fazê-la caminhar até os cinco.  Aquele dia nunca vou esquecer chamei todas as educadoras e coloquei a situação, então disse a elas que agora sabiamos que nós deveriamos fazer a diferença na vida da Ana, pois os pais não fariam. Então iniciamos uma série de estimulações, utilizando o berço, como apoio, bolas para que ela rolasse, foi um trabalho de pura vontade, mas acreditem ou não, Ana um ano depois caminhava, dois anos depois desenvolveu a fala, ambos com limitações e dificuldade, mas da criança inerte a um ser ativo, que hoje encontro a caminho da escola com o irmão dois anos mais velho, tamanha é sua independência, me sinto muito feliz, pois sei que aquelas educadoras da Educação Infantil, fizeram a diferença. 

obs: não consegui incerir imagens. Acho que não tem o link.

 

unidade 2:

 

* A escola e sua prática

A escola que vou analisar, não é a escola onde atuo, pois este ano não tenho turmas de séries iniciais, trabalho na Secretaria de Educação do meu municipio. Escolhi a escola mais próxima a prefeitura para facilitar a minha pesquisa.

A instituição atende 246 aluno, sendo que 4 de inclusão. Portadoras de necessidades especiais, físicas e mentais. São 11 turmas da pré-escola a quarta série. Onze professoras em sala, duas subtitutas, três professores para atender na hora atividade, com as disciplinas de arte, educaçào física e inglês, a diretora e a vice-diretora. também será disponibilizada uma estagiária de psicologia para acompanhar uma menina que tem deficiência mental devido a grave desnutrição na priemira infância. 

A escola não possui atendimento especializado no prédio, as crianças são atendidas no NAE (Núcleo de Aprendizagem Especializado), sendo que duas recebem atendimento com uma psicopedagoga em outro município, por opção dos pais. O NAE, dipõe de psicóloga, fonoaudióloga, psicopedagoga e pedagoga. São atendimentos semanais que intensificam trabalhos de aprendizage'.

Se for estabelecer um parâmetro entre o texto e a escola, poderia afirmar que se encaixa na descrição dos edifícios, apesar da boa vontade do corpo doscente é difícil fazer o trabalho de indidualização, sendo que muitas vezes não há recursos disponíveis na escola para realizar o trabalho. Nem preparo específico do profissional que atende os alunos. São necessário investimentos tanto na formação quanto na adaptabilidade dos prédios e na disponibilidade de materiais para a oferta de qualidade do ensino de inclusão, sem isto dúvido que nossas estatísticas melhorem.

 

unidade 3:

 

 

a) conhecendo a realidade do município:

Quanto a proposta de conhecer a realidade do município, foi bem interessante, pois tive acesso ao educacenso, para demonstrar o que descobri elaborei uma tabela, porque até eu fiquei impressionada.

 

 

Número de atendimentos de portadores de necessidades especiais no município

 

 

Ano

Alunos

Alunos

Alunos

Alunos

2008


 


 


 

114

2007



34


 

2006


 

15


 


 

2005

0


 


 


 

 

 

O que aconteceu? Poderíamos perguntar. Impressiona. Onde estavam todos estes antes de 2006? Olhando a tabela, que poderia ser um gráfico, posso concluir que a inclusão é antes de tudo um elemento de denúncia de uma realidade que estava encoberta pela indiferença, ou pelo comodismo de não haver ainda a efetiva pressão para que se organizasse o atendimento de forma inclusiva.

O município atende há vinte anos alguns alunos na unidade da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), que atualmente conta com duas pedagogas, um professora (formação magistério), adicionais de educação especial, uma coordenadora pedagógica e uma fisioterapeuta. A unidade esta como anexo de uma escola de ensino fundamental. Atende atualmente 35 alunos, entre crianças, jovens e adultos.

Em 2008 também foi inaugurado o NAE (Núcleo de Atendimento Especializado) sendo que contamos com uma psicopedagoga, uma pedagoga, uma psicóloga e uma fonoaudióloga. Em visita recente conversamos a respeito do número de atendimentos. Sendo que lá são trabalhados os casos de déficits de aprendizagem, existe um grupo de dislexia. O grupo atende em torno de 75 casos de com déficit de aprendizagem, a psicóloga está com mais de 200 casos, o que elas colocam é que é difícil definir exatamente em que medida se considera uma pessoa portadora de necessidades especiais. Elas são físicas, psíquicas, neurológicas, emocionais. Um exemplo que houve em nossa cidade, um menino que após assistir a morte da mãe do irmão (bebê) a facadas em frente a um posto de saúde local, ainda não se recuperou. O que ele seria então? Eu apenas fiquei escutando e pensando, como tudo é complexo.

 

b) Estudo de caso:

Eu já escolhi o meu estudo de caso. É uma menina que acompanhei desde a Educação Infantil. Ela é um caso de grave desnutrição nos dois primeiros anos de vida. Os pais biológico, andarilhos, perderam o poder pátrio. Foi adotada. Atualmente encontra-se em uma escola de Ensino Fundamental. Quando ainda estava na educação infantil, várias vezes conversei com a mãe sugerindo que a encaminhasse para atendimento de fonoaudióloga e psicopedagoga, pois aos nove anos ela ainda freqüentava a EMEI. Não se trata de nenhum caso mencionado na unidade 1 ou 2. gostaria muito de voltar e ver os progressos desta criança.

 

 

          Estudo de caso 

          

 

     Joana tem 12 anos cronológicos, seu desenvolvimento físico é de uma menina desta idade, mas seu desenvolvimento mental é de uma criança de 3 a 4 anos. A história desta menina é bastante marcante, foi negligenciada pela mãe biológica durante toda gestação, provém de uma família onde todos têm problemas mentais, tanto maternos, quanto paterno. O parto foi em casa, segundo relatos, ficou por duas ligadas à mãe pelo cordão umbilical, foram socorridas por um policial militar. Junto da mãe biológica viveu por dois anos, em condições miseráveis, gerando uma profunda desnutrição, o que afetou gravemente seu desenvolvimento mental. Com oito meses começou a movimentar a cabeça, com dois anos conseguiu sentar. Diante deste quadro Joana foi encaminhada para adoção. Os pais adotivos demonstram bastante amor e muita determinação em auxiliá-la na superação de suas limitações. Particularmente acompanhei a e cúria de Joana durante cinco anos, dos 3 aos 8, enquanto eu trabalhava na Educação Infantil, posso testemunhar toda dedicação destes pais e dos irmãos adotivos.

 

          Atualmente ela tem acompanhamento especializado, os médicos auxiliam orientando a mãe quanto aos cuidados, pois Joana é celíaca, tem intolerância a glúten, lembro de uma festa de aniversário em que os pais mandaram fazer o bolo especial, para que sua menina tivesse o prazer de dividir um bolo com os colegas da EMEI, lembro da emoção dos pais e dos educadores e principalmente da alegria da menina.

 

          Joana tem um temperamento forte, muitas vezes é agressiva com os pais, colegas e professores, por isso toma medicamentos adequados a sua necessidade.

 

          Conversei com a tutora, estudando de psicologia, que acompanha Joana durante as aulas e com a professora titular. Ambas afirmam que a menina não desenvolveu suas habilidades no tempo normal, que o trabalho com ela envolve muito a socialização, a superação do egocentrismo, pois tem muita dificuldade de aceitar regras. O que gera muito conflito.

 

          A mãe tem importante papel no desenvolvimento de Joana, porque está sempre buscando parcerias que qualifiquem a vida de Joana. Na escola é muito presente e compreensiva com as dificuldades.

 

          As atividades para ela são trabalhadas no nível d maternal, estava inclusa no segundo ano de nove anos, foi feita esta opção, para que desenvolva ludicamente e há seu tempo suas habilidades. A mãe e a escola são orientadas por uma psicopedagoga.

 

          No meio escolar os educadores estão cientes das condições e dificuldades de Joana, todos procuram manter-se informados de sua situação, para auxiliar se necessário. Neste sentido a escola é um ótimo ambiente, pois tem um grupo pequeno e assim todos se sentem responsáveis. Os colegas dela também já se sentem assim e a ajudam também.

 

          Quanto ao desenvolvimento físico à mãe, apesar do fato de Joana ser celíaca, se desenvolvesse normalmente, ela é uma menina de um metro e cinqüenta. O que precisa agora superar é a dificuldade de aprendizagem. Tem mostrado muitos progressos, são lento claro, mas estão acontecendo. Durante o período em que fiz o estudo de caso ela foi promovida para o terceiro ano, pois assim conviveria com alunos que tem um porte físico mais próximo ao dela, o que também já auxilia, pois é na interação com o meio que aprendemos. Em avaliação recente concluí-se que foi bem positiva a promoção.

 

          Percebe-se que com o atendimento individualizado, com as oficinas de ginástica na APAE, com o atendimento na Clinica especializada de um município vizinho, maior interação com os colegas, a Joana tem avançado qualitativamente na sua aprendizagem. Sinto enquanto observo uma euforia geral pelo sucesso da menina, presenciei inclusive a mãe e a coordenadora pedagógica da Secretaria de Educação comemorando os avanços na avaliação descritiva do trimestre. Foi muito bacana. Creio que são iniciativas de uma verdadeira inclusão.

 

     Estou incluindo uma atividade de Joana para ilustrar o meu Dossiê.

 

 

 

 

     Para quem conhece a trajetória desta criança é uma maravilha ver o quanto ela evoluiu, acredito sinceramente que evoluirá muito mais, porém devo admitir que isto 'so foi possível, porque não ficou relegada a própria sorte, ela teve diversas intervenções, para que em primeiro lugar se protegesse sua vida, depois se qualificou seu desenvolvimento e na busca de mais superações a mãe incansável, busca a qualificação do seu conhecimento, para que suas limitações não a impeçam de viver dignamente. 

 

          Avaliação

   

      Eu fiz a leitura do texto da Anna Maria Padilha e fiquei realmente encantada, tanto que no meu portfólio fiz este registro que eu trouxe para a avaliáção do meu dossiê. Tenho consciência de que o foco da avaliação é o estudo de caso, mas é também uma reflexão do que mudou na minha concepção quanto a inclusão e o fato da minha Joana ter um ratardo mental leve e a Bianca ter deficiência mental  grave. No work shop també fiz um power Point com uma mensagem bem bacana, vou criar uma página no sidebar e anexar.

 

O outro, meu espelho

 
 

Na interdisciplina de Educação especial realizamos a leitura do texto Práticas educativas: perspectivas que se abrem para a educação especial de Anna Maria Lunardi Padilha , 2000. Confesso que fiquei bastante impressionada com o relato desta profissional que conta com paixão o estudo de caso que ela realizou com uma moça portadora de necessidades especiais. A partir da reflexão compreendi algo importante que é o efeito que a inclusão tem para quem é portador. Na página 13 a autora escreve uma conclusão que levarei como aprendizegem para sempre. A partir da qual conversarei com colegas alertando para a mudança de perspectiva, ao analisar um portador de necessidades especiais: "A alma tem expressão no corpo. O corpo

do deficiente mental, muitas vezes não consegue revelar ou expressar sua alma porque está caído, desarrumado, desarmônico, inexpressivo, doente; seus movimentos sem sentido não falam ao outro sobre sua alma. É preciso desenvolver a consciência de si para que seja possível expressá-la nos movimentos do corpo, ao mesmo tempo em que os movimentos do corpo ajudam a tomar consciência de si.

O corpo necessita do outro para lhe atribuir sentido e lhe dar forma."

Eu me transformo em espelho e também utilizo o outro como espeho, ao copiar suas modas e formas de agir, isto liberta alguém que sou ou gostaria de ser, assim o portador que ainda não tem consciencia de si, vai se construindo a partir da interação, o que não aconteceria recluso em qualquer lugar. O que mudou no meu conceito é o fato de que não devemos enquanto educadores exigir que o portador se iguale em desenvolvimento ao não portador, mas que este possa desenvolver o máximo as potencialidades que estão escondidas.

     

     Conversei recentemente com a monitora de Joana para saber um pouco mais sobre seus avanços, tem sido muito positivo o fato de que ela explora suas reais capacidades e possibilidades, o que vem ao encontro do que diz o texto; diversidadeecurrículo.pdf  de Lenise Caçula Pistóia, quanto a forma de adequar as práticas: "A aprendizagem é centrada ora destacando o lógico, o intuitivo, o sensorial, ora os aspectos social e afetivo dos alunos. Em suas práticas predominam a experimentação, a criação, a descoberta, a co-autoria do conhecimento."  Até este ano Joana não recebia este tipo de atendimento, por isso não conseguia desenvolver suas habilidades, o processo de aprendizagem é diferente para cada ser humano, mas no portador de necessidades especiais isto se evidencia mais.

     Em um outro momento Pistóia faz a seguinte colocação: "A possibilidade de ensinar a todos os alunos, sem discriminações e sem métodos ou práticas de ensino especializados, deriva de uma reestruturação do projeto pedagógico como um todo e das reformulações que esse projeto exige da escola. (grifo meu). A ESCOLA PARA A DIVERSIDADE

• A Escola para a Diversidade exige outro modo de viver a escola em que professores e alunos empreendem a tarefa de aprender coletivamente. A construção de ambientes escolares com estruturas organizativas e metodológicas democráticas capazes de respeitar as diferenças de gênero, étnicas, lingüísticas, religiosas, de deficiência, etc. permite aos sujeitos do processo escolar uma nova axiologia aos introduzirmosnos espaços escolares novos objetos de estudo."      

     Analisando a atual situação da escola, dos doscentes e da própria Joana, penso que a escola e o educadores ainda não alcançaram esta meta descrita por Lenise, acredito que estão ainda no processo de aceitação e muito lentamente de adequação. A proposta político pedagógica deve ser revisada no segundo semestre, o regimento esta sendo concluido durante o mês de julho com a inclusão contemplada neste novo formato, que na verdade não é tão novo assim, mas que devido a pressão externa (políticas para a inclusão, formação, LDB, censo escolar),   passa a ser considerado.

 

     Fiz uma quadro comparativo entre a Joana (meu estudo de caso e a Bianca, estudo de caso de Anna Maria Padilha). Quanto ao desenvolvimento de ambas:

    

 

Bianca

Joana

Bianca começou a ser atendida em 1997. Não falava sequer uma palavra sem que alguém começasse a dizê-la. Não permanecia num mesmo tópico por mais de alguns segundos. Seu corpo não fazia parte de seu discurso e não se dava a mostrar aos outros como um corpo de uma jovem – tinha um corpo que costuma ser chamado de “corpo de deficiente”, com “jeito de deficiente”... Seus olhos pareciam olhar para o nada. Seus movimentos eram descoordenados e desarmônicos. Não sorria, porque parecia sorrir o tempo todo (e sorriso é só para certas ocasiões).

Joana chegou a Escola de Educação Infantil aos dois anos de idade, mas parecia ter alguns meses de vida, não coordenava o corpo, não se alimentava, pois não conhecia alimentos sólidos, o pouco leite que recebia da mãe biológica apenas a mantinha viva. Não tinha reações nem de alegria, nem de tristeza tamanha era sua fraqueza. Desenvolveu a coordenação para caminhar e brincar entre quatro e cinco anos, a fala veio entre os seis e oito anos e ainda não é perfeitamente compreensiva, faz tratamento com fonoaudióloga.

Bianca não é mais a mesma jovem deficiente mental. Nem sua deficiência é a mesma. Os problemas já não são os mesmos. Ampliou a consciência do próprio corpo e do corpo do outro. A linguagem, mais desenvolvida, a constitui companheira de conversa, negociadora de sentidos... anuncia e denuncia. Diz de si e dos outros. Dramatiza situações de vida.

Hoje, no Ensino Fundamental,  aos 12 anos cronológicos e 4 mentais, ela brinca, corre, recorta, escreve, se comunica, expressa suas dúvidas, seus anseios e desejos de forma verbal e consideravelmente compreensiva, possui uma irmã de 15 anos que não foi adotada, que se não desenvolveu suas habilidades como a Joana, pois é uma andarilha junto aos pais.   

 

     A irmã de Joana é atendida em uma escola do estadual com mais 27 alunos e 3 inclusões graves. 

     A avaliação de Joana é feita por parecer onde se evidencia os avanços e progressos que ela tem atingido. Lembro emocionada do dia que a Joana e sua mãe estiveram na SMECEL, mostrando para a coordenadora pedagógica a avaliação e o quanto esta menina qualificou sua aprendizagem.

     Quero concluir este momento, pois este estudo não termina aqui de forma nenhuma, estamos iniciando a trajetória que nos levará uma educação inclusiva de qualidade com algumas palavras de Anna Maria:

 

          "Tudo o que envolve o homem é humano, é social, é cultural, com limites desconhecidos. O que não sabemos, muitas vezes, é o que fazer..."

 

A forma como o homem se organizou em sociedade é uma conveção, o que não significa que, quem não se adaptou inteiramente a esta convenção deva viver recluso,           A inclusão é uma realidade e é necessário que nos apropriemos de conhecimentos específicos para transformar a escola em um ambiente acolhedor e estimulador da aprendizagem." Roseli Führ, work shop/20091.

 

Comments (3)

liliana said

at 10:10 pm on Apr 22, 2009

Roseli
que lindo relato trazes....adorei ver a tua postura ..fazer a diferença! ...esse é nosso sonho ne? todos queremos fazer a diferença...tomara que eu faça na vida de vcs e vcs façam na dos seus alunos....como o filme a "corrente do bem".

Uma dica,...coloca a unidade 2 abaixo da unidade 1 pq senao fica confusa a leitura...vai deixando na ordem certa...desta forma o leitor ou visitante poderá ler de forma mais lógica a sequencia dos teus relatos.
abraços
liliana

Maria del Carmen Cabrera Martins said

at 3:44 pm on May 14, 2009

oi

liliana said

at 11:08 pm on Jun 24, 2009

Oi Roseli

onde esta teu estudo de caso? aguardamos
liliana

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